A temporada oficial de escalada do Monte Fuji foi iniciada na última quarta-feira (1), com a liberação de duas das quatro trilhas de acesso ao cume.
Para otimizar o fluxo de visitantes, a Prefeitura de Yamanashi instalou dois quiosques de pagamento self-service na 5ª estação da Trilha Yoshida, a mais procurada. A medida visa agilizar o pagamento da taxa de entrada de 4.000 ienes, aproximadamente 25 dólares, especialmente para escaladores que não realizaram o pré-registro. Paralelamente, a Trilha Subashiri, localizada na Prefeitura de Shizuoka, também foi aberta, antecipando o cronograma de anos anteriores. As demais trilhas do lado de Shizuoka têm reabertura prevista para o dia 10 de julho.
O governo de Yamanashi tem orientado os visitantes a realizarem o registro e o pagamento das taxas online antes da chegada. Além da gestão do acesso, as autoridades reforçaram a presença de equipes de patrulha e segurança nas áreas próximas ao cume. O esforço faz parte de um conjunto de medidas adotadas pelas prefeituras de Yamanashi e Shizuoka para regulamentar o acesso, diante do crescente número de estrangeiros e da preocupação com caminhantes que iniciam a subida sem a devida preparação.
Apesar da recente passagem de tufões pelo Japão e de um terremoto de magnitude 5,6 registrado na última sexta-feira, com epicentro próximo à base norte da montanha, a movimentação de alpinistas surpreendeu funcionários de cabanas locais. O alerta vulcânico para o Monte Fuji permanece no Nível 1, o estágio mais baixo da escala, que indica potencial para aumento de atividade.
Designado Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO em 2013, o pico de 3.776 metros recebe centenas de milhares de pessoas anualmente. Na temporada anterior, a Trilha Yoshida registrou um aumento de 5,4% no número de frequentadores, atingindo 121.068 pessoas, enquanto as trilhas do lado de Shizuoka tiveram uma redução de 6,1%, somando 84.032 visitantes. A temporada de escalada segue aberta até o dia 10 de setembro.
Fonte: Kyodo News / Imagem: Ilustrativa IA


