O Hospital Geral Saiseikai Yahata, situado no distrito de Yahatanishi, em Kitakyushu-FKK, confirmou publicamente na quarta-feira (21) a veracidade de gravações feitas por membros de sua equipe. Os registros exibem pacientes em condições de vulnerabilidade dentro das dependências da instituição, incluindo uma pessoa que se locomovia rastejando pelo assoalho. O material ganhou repercussão após a publicação na internet.
Conforme apurado pela administração hospitalar, as capturas de vídeo ocorreram por meio de telefones celulares particulares durante o expediente noturno. Além da cena da pessoa no chão, os arquivos continham exibições de manchas no piso que remetiam a sangue e mensagens contendo ofensas direcionadas aos internados. A disseminação inicial teria ocorrido por intermédio de uma página restrita em rede social, sendo repassada posteriormente por terceiros. Embora a autoria das imagens pertença aos colaboradores, a diretoria segue apurando os mecanismos de propagação externa.
Sindicância apura os fatos do incidente no Japão
Diante do ocorrido, uma sindicância interna foi instaurada em 16 de outubro tão logo a diretoria tomou ciência da circulação digital. Até o momento, ao menos um dos profissionais admitiu as filmagens, enquanto a gerência busca determinar se houve o envolvimento de outros colaboradores no ato.
Em nota oficial distribuída à imprensa, a cúpula administrativa expressou profundo arrependimento, estendendo pedidos de desculpas formais aos enfermos, aos parentes e a todos os afetados pelos transtornos gerados. A administração garantiu a aplicação de punições severas acordo com o regulamento interno da casa de saúde, além de se comprometer com a remoção completa dos arquivos da rede.
Como providências adicionais, a direção prometeu intensificar a capacitação dos quadros profissionais e implementar barreiras preventivas para coibir reincidências. A instituição recordou que o porte e a utilização de celulares em meio ao expediente é inaceitável.


